sexta-feira, 23 de março de 2012

Música (prescrição)

Ouvir 1 a 2 vezes de manhã. Repetir à noite, antes de deitar.


Em casos mais graves, ouvir as vezes que forem necessárias a música prescrita abaixo (não recomendado antes de deitar!):




domingo, 4 de março de 2012

Последний ИЗ РОДА Тавора

O livro de José Norton (senhor meu pai) "O Último Távora" foi traduzido para Russo e será publicado em Moscovo no próximo mês de Março. Espectacular ou é só impressão minha?
























Mas para quem tem (o que é que se passa convosco?) dificuldade em ler russo, pode ler a versão portuguesa, editada em Portugal pela Livros d'Hoje em Portugal e no Brasil pela Editora Planeta.
E para conhecer melhor:

sexta-feira, 2 de março de 2012

I heart RADAR and Nick

Porque no momento certo, numa destas noites, me ofereceram esta banda sonora no caminho de casa (nada como boa música numa cidade a dormir, na qual parece que somos os únicos acordados):

Nick Drake - I Was Made to Love Magic


Nick Drake - Time of No Reply

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Ainda a recuperar do furacão que é o talento de Jessica Chastain. Seguirei de perto. Gosto de ser abalada assim.





















Sigam também. Aqui, por exemplo.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

E continua a surpreender.






























Desde Sophie's Choice (1982)... Será agora, 30 anos depois, que ganhará o segundo Oscar?
A mim, espantou-me mais ainda do que o habitual, o que já não achava possível.

Mas deixo a personagem de Eric Stonestreet em Modern Family, Cameron Tucker, falar por mim:



sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Segui o Alfaiate Lisboeta, fui dar a betrend.pt, mais especificamente aqui, a esta foto de Gustavo Lacerda. Um projecto perfeito que encontrou o fotógrafo perfeito. Ou vice-versa.
























Mais sobre o fotógrafo brasileiro aqui: www.gustavolacerda.com.br/

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Wise Words


Meryl Streep (entrevista de Rui Henriques Coimbra na Revista do Expresso)

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Palavras e Música III



A lack of understanding
You took for being lazy
I was just being lazy
I'm even doing it now
I know that you have saved me
I love that you have saved me

Save your pennies careful
Let both blue eyes be watchful
It's best to forget freedom
It's best to be enslaved
Better still to love first
Harder still to love first

You're my winter queen that disappeared
Your hands grew cold
You ran a mile from my ways
Last I heard you had a four floor view

With lots of time
A notebook full of the finest
Creamy rich girl parchment pages 
Slowly filled with all your passing days
Every sacred word 
Paints a picture

Bigger were his muscles
And farther go his dollars
But when you are in trouble
And when you are uptight
I get the midnight phone call
I'm your captain for the long haul 

If someone else is near me
You scuttle up the pavement
It's no one that I care for
I pause for an effect
You calculating bimbo
I wish you'd let the past go

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Dia e Noite

Ontem Crazy, Stupid Love, hoje Black Swan.



















(ou como um actor não se pode queixar de falta de inspiração)

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Love is Stupid. But we just can't get enough of it.



Filme tão querido, hein? Cor-de-rosa em bom.

E, de resto, confesso que sou uma fraca e me derreto com as tentativas do cinema americano em ser um bocadinho mais alternativo. Mesmo que revestido de uma capa de filme comercial chapa 5.
Recomendo.
E deixo-vos o tema final. Irresistível, também ele.

(aquele "também" está-me a irritar. Parece que me refiro ao Ryan Gosling? O quê, por causa da cena em tronco nu? Mas qual cena? Ele aparece em tronco ...? Nem reparei.)

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

A imaginar que estava aqui.


        Newport Jazz Festival @ Belgrado 1973. Sarah Vaughan (em cima), Miles Davis (em baixo)


quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Sana, sana, colita de rana!

Era esta cantilena que a minha mãe me cantava quando era pequena e fazia um dói-dói. Hoje em dia, raramente me lembro dela (da cantilena) mas também raramente caio ao comprido pelo chão a jogar ao mata ou algo parecido (se dantes exibia orgulhosamente os joelhos com crostas do mesmo tamanho, hoje em dia...).
O tempos avança, crescemos, mudamos e os dói-dóis também. Já nem se chamam assim, são mais complicados, pensamos muito mais neles, ainda os complicamos mais e às vezes a própria vida nos parece todo um enorme dói-dói. E mesmo que não o admitamos, quantas vezes não nos apeteceria ouvir uma lenga lenga familiar que surtisse o mesmo efeito que outrora.
Mas há tanto que podemos fazer para melhorar a nossa vida, dizem! Depois de muita reflexão sobre o assunto, de uma mudança de atitude (vá, tentativa), de uma mudança na alimentação e depois de uma Prova Oral que ouvi na Antena3 com o Francisco Varatojo, fiquei curiosa sobre o que era isto da Macrobiótica. Espectacular! Percebi que era totalmente ignorante sobre o assunto.
E numa tentativa, não só de conhecer melhor o que era, como de descobrir alternativas na minha cozinha ovo-lacto-peixo-só-às-vezo-vegetariana  que ainda não me deixava totalmente satisfeita, experimentei na semana passada o curso de culinária macrobiótica no Instituto Macrobiótico de Portugal, com o Marco Fonseca.
No último dia, depois de comprar algas, vinagre de ameixa, óleo de sésamo tostado, cevada, miso, feijões azuki e outras iguarias (sim, iguarias, não estou a ser irónica!) e entusiasmada por experimentar o que aprendera em casa, comprei o livro Mente Sã, Corpo São.
Estou a ler com interesse e a pensar que, realmente, usamos os livros para nos evadirmos do mundo, mas também para nos situarmos melhor nele.
Até agora, o livro de Francisco Varatojo parece sugerir uma boa ou, pelo menos, interessante maneira de nos situarmos no mundo. Digo eu, a beber o meu cházinho de raiz de kuzu.


Mais info sobre o Instituto Macrobiótico de Portugal: aqui.